Filho de um professor de Química, de
Birigui, começou sua carreira como modelo, aos 17 anos, assim que entrou para faculdade. Dez anos mais tarde, já era modelo internacional quando ingressou na carreira de ator.
Sua estreia como ator foi no teatro com a peça
Cacilda. Em
2000, atuou em sua primeira novela,
Laços de Família, na qual viveu o protagonista Eduardo, um jovem médico recém-formado que se envolve em um triângulo amoroso entre Helena (
Vera Fischer) e Camila (
Carolina Dieckmann) ,mãe e filha, tendo sido muito criticado na época pela sua atuação. Em seguida, participou da novela
As Filhas da Mãe, como Ricardo, homem que descobre-se apaixonado pelo amigo de trabalho Dagmar, de
Cláudia Jimenez, e depois vem a saber que na verdade trata-se de uma mulher.
Depois de um início conturbado por críticas ao seu trabalho, com mais experiência e estudo, tem sido respeitado e até elogiado em suas atuações na TV e no teatro.
Em
2002, protagonizou a novela
Esperança, ao lado de
Priscila Fantin e
Ana Paula Arósio, recebendo o
Prêmio Master de
Melhor Ator pelo trabalho feito. Simultaneamente, participou do longa
Avassaladoras, no papel do Don Juan Thiago. Em
2003, fez uma participação especial no último capítulo da novela
Mulheres Apaixonadas e , em
2004, protagonizou o grande sucesso do horário das sete,
Da Cor do Pecado, vivendo os gêmeos Paco e Apolo. Pela sua atuação, recebeu o
Prêmio Contigo! de
Melhor Ator.
Mas foi em
2005, que o ator viveu o melhor momento de sua carreira até então, quando encarnou o atrapalhado mecânico Paschoal, de
Belíssima, mostrando a sua versatilidade e o seu lado cômico. Na trama, sua personagem formou par romântico com a fogosa Safira, de
Cláudia Raia, e juntos o casal demonstrou bastante química. Pelo trabalho recebeu o
Prêmio Qualidade Brasil e o
Troféu Leão Lobo, ambos na categoria de
Melhor Ator Coadjuvante. Ao mesmo tempo, encenou a peça
Vossa Excelência, o Candidato, sendo bastante elogiado.
Em
2007, viveu mais um protagonista na televisão, o Dante de
Sete Pecados, ao lado das atrizes
Priscila Fantin e
Giovanna Antonelli. Na trama, viveu um taxista pobre, casado com a humilde Clarice, que acaba por se envolver com a ex-colega de escola Beatriz. O par formado entre Dante e Beatriz tiveram tanta química juntos que fez sucesso a música de
Marisa Monte,
Não Quero Ver Você Triste, nas rádios de todo o
Brasil. Foi também nesse ano, que encarnou no cinema a personagem que na televisão fora vivido por
Tony Ramos, o Jorge do filme
Primo Basílio.
Em
2008, recusou convite para participar da novela
Negócio da China, alegando estar ocupado com a peça
Doce Deleite, juntamente com
Camila Morgado. Ainda esse ano, protagonizou o longa
Sexo com Amor?. Depois, em
2009, foi convidado a viver um personagem homossexual na minissérie
Cinquentinha. O personagem na verdade seria um vilão, e por esse motivo recusou ao convite, já que havia se comprometido com o autor
Sílvio de Abreu, a participar de sua próxima novela,
Passione, na pele de um dos antagonistas principais. No cinema, ainda viveu o protagonista do filme
Entre Lençóis, como Roberto, homem que conhece uma mulher que está a um dia do casamento, e em uma noite intensa de amor e conversa, tenta convence-la a não se casar. Também esteve presente no filme
Divã, adaptação com sucesso da peça homônima para o cinema.
Atualmente, está no elenco da telenovela
brasileira da Rede Globo
Passione.
Formou-se em Direito pela
PUC de São Paulo em
1997, não tendo prestado, entretanto, o exame da
OAB.
Foi casado com a
jornalista e apresentadora
Marília Gabriela até
27 de outubro de
2006, quando sua assessoria de imprensa anunciou a separação.
Desde o fim do
casamento, ele não assumiu nenhum outro relacionamento.
Em maio de
2010 o ex-empresário do ator, Daniel Ferreira Mattos, alegou ter mantido um relacionamento amoroso com Reynaldo Gianecchini. Mattos afirma ter ganhado uma cobertura na
Barra da Tijuca, bairro nobre do
Rio de Janeiro, de presente do ator derivado deste relacionamento entre ambos. Gianecchini negou a existência do relaionamento e abriu um processo contra o ex-empresário para reintegrar a posse do apartamento, avaliado em R$ 1,3 mi.
O ator transferiu, em setembro de
2008, a propriedade do imóvel para o nome do ex-agente. O que consta no processo, que corre na Justiça do
Rio de Janeiro, é que Mattos teria agido de má-fé com o ator, aproveitando-se de uma suposta inocência de seu ex-agenciado para ficar com seus bens. Na ação também diz que a propriedade foi transferida para o empresário para que o processo de venda corresse em sigilo, sem a exposição do nome de Gianecchini. A mensagem está anexa no processo, que tramita pela 5ª Vara Cível de
Niterói.